CONSULTORIA PARA COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR

Multiplique o faturamento da sua cooperativa nas chamadas públicas do PNAE.

Arroz, feijão, café, leite em pó e polpas de fruta no portfólio da sua cooperativa, sem investir em fábrica ou maquinário. Sem mensalidade: a gente só ganha quando o negócio acontece.

15 anosde atuação no PNAE
R$ 0de mensalidade
0investimento em fábrica
A OPERAÇÃO TRIANGULAR
1

Produtor rural com CAF

Entra no quadro social e fornece a matéria-prima

2

Indústria parceira

Processa e embala com a marca da cooperativa

3

Sua cooperativa

Vende na chamada pública, fatura e distribui

Prefeituras e escolas

Recebem o alimento pago com recurso do FNDE

O problema

Sua cooperativa tem a chave de ouro do PNAE. Mas não está usando.

Cooperativas da agricultura familiar têm prioridade legal de venda e critério de desempate local nas chamadas públicas. Só que, focando em poucos produtos, as maiores fatias dos editais acabam com fornecedores de fora da região.

Enquanto a cooperativa domina um único nicho, concorrentes externos faturam com arroz, feijão, café e polpas que ela poderia estar fornecendo.

Prioridade garantida por lei

Cooperativas locais têm preferência nas compras da agricultura familiar do PNAE.

Portfólio limitado

Um produto só deixa a maior parte do edital para os concorrentes.

Dinheiro na mesa

Fornecedor de fora fatura, a cada chamada, o que poderia ser da sua região.

A solução

Industrialização por encomenda: os itens beneficiados no portfólio da sua cooperativa.

Parte dos itens das chamadas precisa passar por indústria, como o leite em pó. É aí que a maioria das cooperativas fica de fora. A gente estrutura uma operação triangular, legal e documentada: o produtor fornece a matéria-prima, a indústria parceira beneficia e embala com a marca da cooperativa, e a cooperativa vende.

Itens que entram nesse modelo
Leite em póArrozFeijãoCafé torrado e moídoPolpas de fruta

Os itens in natura a cooperativa continua vendendo como já vende. O modelo soma, não substitui.

01

Captação

Recrutamos produtores reais, com lastro produtivo e CAF, para o quadro social da cooperativa. Ajudamos na emissão do CAF de quem ainda não tem.

02

Processamento

Conectamos a matéria-prima a indústrias parceiras com capacidade ociosa, que beneficiam e embalam dentro das normas sanitárias.

03

Venda e distribuição

A cooperativa participa das chamadas, fatura, entrega e mantém o controle total da operação. A gente cuida da papelada.

NA EMBALAGEM
Fabricado por [Indústria] para [Sua Cooperativa]

A cooperativa fatura com um portfólio completo, atuando só na gestão e na distribuição.

Quadro social estratégico

Quem está no seu quadro social decide quem fica em primeiro na chamada.

A classificação nas chamadas do PNAE não depende só de preço. Pesa a origem de quem produz cada item e, no empate, a participação das mulheres agricultoras, que é o primeiro critério de desempate.

A gente trabalha o quadro social da cooperativa para ela chegar a cada edital na melhor posição possível.

1ºcritério de desempate

Mulheres no quadro

Temos uma rede de produtoras rurais com CAF. Mais mulheres no quadro social coloca a cooperativa na frente quando há empate.

Produtores da região do edital

A prioridade territorial é definida pela origem dos produtores de cada item, não pela sede da cooperativa. Conectamos produtores da região certa para cada chamada.

Quadro planejado por chamada

Entrada e saída de cooperados organizada conforme o calendário dos editais, dentro do estatuto, com CAF válido e respeitando o limite anual por agricultor. Sem exclusividade: o produtor continua na cooperativa dele.

O que a gente faz

Da qualificação do produtor até a entrega na escola.

Cada etapa da cadeia é acompanhada por quem conhece o PNAE por dentro.

Projeto de venda e habilitação

Montamos o projeto de venda e toda a documentação exigida em cada chamada, com a lista individualizada de produtores.

Monitoramento e análise de editais

Acompanhamos as chamadas públicas da região e avisamos quando aparece oportunidade para os produtos da cooperativa.

Impugnações e recursos

Quando o edital fere a regra da agricultura familiar, a gente contesta com fundamentação técnica e legal.

Logística de entrega

Opções de armazenagem refrigerada, recebe e entrega, ou coleta e entrega, conforme a necessidade de cada contrato.

Modelo ganha-ganha

Todo mundo na cadeia sai ganhando.

Para a cooperativa

Multiplica o valor dos contratos e ganha peso na região, sem custo fixo de maquinário ou estrutura.

  • Contratos maiores e mais diversificados
  • Receita nova sem investimento
  • Mais influência regional

Para o produtor rural

Recebe à vista pela matéria-prima entregue e ainda participa do retorno de sobras da cooperativa.

  • Pagamento na entrega
  • Participação nas sobras
  • Mais segurança de renda

Para a indústria

Ocupa capacidade ociosa com um serviço contínuo, lastreado em contratos públicos do FNDE.

  • Capacidade ociosa rentabilizada
  • Demanda previsível
  • Sem risco de inadimplência do varejo
Segurança jurídica

Tudo documentado, rastreável e dentro da lei.

Gestão rigorosa do lastro produtivo de cada agricultor, respeitando o limite anual por CAF definido pelo FNDE. O fluxo documental é pensado para passar por qualquer auditoria.

Lei 5.764/1971 · Ato cooperativo

Todo o fluxo respeita a legislação cooperativista, sem caracterizar simples revenda.

Anvisa e MAPA

Os produtos das indústrias parceiras seguem as normas sanitárias e de inspeção vigentes.

FNDE e TCU

Rastreabilidade do lastro produtivo individual, com documentação completa para os órgãos de controle.

Vamos levar sua cooperativa para os próximos editais da região?

A consultoria não cobra mensalidade. A remuneração é um percentual sobre os novos negócios que a gente estrutura, definido em contrato.

Sem mensalidade

Nada pago antecipado.

Só ganha no sucesso

Sem novo contrato, a cooperativa não deve nada.

Interesse alinhado

A gente só cresce quando a cooperativa cresce.

Falar no WhatsApp